Conheça algumas novidades que o app disponível para IOS e Android já tem disponível para ajudar os clientes.
Acompanhamento das vendas – Agoara ficou muito mais fácil consultar o que foi vendido e a agenda de pagamento das transações de cartões
Antecipação em poucos toques – Receba antes os valores de suas vendas que precisar
Máquinas e bobina – De forma rápida e fácil agora é possível solicitar bobinas e máquinas pelo APP
Consulte a atualize dados cadastrais – Agora é possível fazer a solicitação pelo próprio aplicativo de forma rápida e pratica.
Manutenção da máquina – Pelo aplicativo também será possível pedir manutenção da sua máquina Bin de forma rápida.
Habilitação de bandearias – De uma forma mais rápida e pratica o lojista poderá solicitar a habilitação das bandeiras Ticket, Alelo, Banescard, Sorocred entre outras pelo próprio celular.
Então aproveite e baixe agora o APP << clique aqui! >>
Venha participar hoje dessa palestra que vai desmistificar muitos assuntos sobre máquina de cartão!
As vantagens de quem recebe por máquina de cartão!
Será dia 08/11 as 16h no Sebrae de Campo Grande/MS
Sebrae
Av. Mato Grosso, 1661 – Centro, Campo Grande – MS
Como sabemos o mercado de cartões é cheio de inúmeras bandeiras (Visa, Master, Elo, Hipercard, Dinners, Alelo, Ticket, American Expresso, Brasil Card, Credsystem, Good Card, Sodexo, etc.) e também de várias empresas de cartão (Bin, Stone, Cielo, Rede, Getnet, Global Payments, Elavon, Sipag, Safra Pay, First Data, Vero, etc.). E conferir isso de maneira manual é extremamente difícil.
Isso porque é necessário conferir se o valor do aluguel dos equipamentos (máquina de cartão e pinpad) e as taxas então dentro do acordado com as empresas tornando um desafio diário essa conferencia. Além disso existe também os cancelamentos e fraudes (Chargeback) que podem ocorrer tanto nas transações presenciais como e-commerce é um grande desafio.
Assim a Patrizi recentemente fechou uma parceria com a Concil e hoje oferece a conciliação de cartões de maneira fácil e inteligente.
É uma maneira muito rápida de fazer as conferencias de pagamentos de cartões agilizando a conciliação de pagamentos recebidos. É possível ainda fazer a conciliação bancaria e a integração com sistema do cliente (ERP).
E mais… é possível ainda acompanhar isso pelo seu celular através do aplicativo da Concil é só baixar o app no Google Play ou App Store.
Por dentro da Feira
Para garantir melhor organização e aproveitamento da programação, a Feira do Empreendedor MS foi dividida em espaços temáticos.
“O empreendedor vai encontrar muito conteúdo, muita tecnologia, inovação, informação. Estamos focando em experiências que possam mudar a vida do empresário”, garante Neire Colman, gestora do evento.
Vamos conhecer esses espaços?
Espaço Tendência do Futuro: o empreendedor poderá acessar estudos sobre o futuro de 20 segmentos da economia: como pizzarias, petshops, padarias, minimercados, postos de combustíveis, salões de beleza, entre outros, estarão daqui 5 anos e 10 anos?
Espaço Sebrae Inteligência de Mercado: totens com simuladores de negócios permitirão ao empreendedor descobrir quanto e como deve ser o investimento para abrir um determinado negócio, que ele filtrará por segmento e por categorias.
Espaço Modelo de Negócios Realidade Virtual: óculos de realidade aumentada permitem que o participante faça um “tour” por um estabelecimento modelo.
Grande Arena: espaço para 500 pessoas onde acontecerão seis Palestras Magnas, sobre tendências e tecnologias, e o Campus Day – no último dia da Feira.
Produção 4.0: três espaços que simularão o funcionamento da Indústria 4.0, o Agronegócio 4.0, com a Fazenda Inteligente, e o Comércio 4.0, com uma loja-modelo.
Espaço Prime: espaço destinado às Fintechs, Rodada de Negócios Virtual, Digitalize sua Empresa, apoiadores e parceiros.
Living Lab: que reunirá atividades sobre games, robótica, segurança na internet, oficinas de ideação, além da arena para guerra de drones e robôs.
Pela primeira vez também a Feira do Empreendedor MS terá um aplicativo próprio, no qual será possível realizar inscrição, acessar programação, fazer sua agenda, consultar lista de expositores e até chat de bate-papo.
Se interessou? Fique de olho nos canais de comunicação do Sebrae MS e no site da Feira do Empreendedor e fique por dentro das novidades.
Faça sua inscrição pelo site http://feirams.com.br/ e venha conhecer nosso estande no evento.
Em nota, a autoridade monetária informou que a popularização dos cartões de débito está em linha com os parâmetros da autoridade monetária, que tem procurado incentivar os pagamentos eletrônicos. “Aumentou a participação das operações com cartões de débito, o que está em consonância com o direcionamento dado pelo BC de que o cartão de débito seja cada vez mais utilizado como instrumento de pagamento”, informou o órgão.
Os cartões de débito lideraram o crescimento entre todas as modalidades de meios eletrônicos. Segundo o BC, o número de cartões de débito ativos no Brasil aumentou de 101,283 milhões no fim de 2016 para 107,599 milhões no fim do ano passado, alta de 6,24%. O total de cartões de crédito passou de 81,97 milhões para 83,52 milhões, crescimento de 1,89%.
Em relação ao número de transações, o total de pagamentos no débito saltou de 6,8 bilhões para 7,9 bilhões em 12 meses, alta de 16,2%. O total de operações na função crédito subiu de 5,9 bilhões para 6,4 bilhões, variação de 8,5%.
Dispositivos móveis
Na classificação por canais de acesso, o levantamento do Banco Central revelou que, pela primeira vez na história, as transações de dispositivos móveis – smartphones, tablets e personal digital assistant (computadores de mão usados por atendentes) – lideraram as transações financeiras dos bancos em 2017. Até o ano anterior, o acesso remoto pelos sites das instituições financeiras (computador, home banking e office banking) concentravam as transações.
No ano passado, 24,52 milhões de transações financeiras foram realizadas por meio de dispositivos móveis, contra 20,6 milhões de transações por acesso remoto e 11,24 milhões de operações em caixas eletrônicos. Os canais tradicionais de atendimento (agências e postos de atendimentos) ficaram bem atrás, com 8,5 milhões de transações.
“De fato, ocorreu redução na quantidade de transações através de canais tradicionais e aumento de transações através de dispositivos móveis e correspondentes bancários”, comentou o BC no comunicado.
Com o “Meu Bemacash” o cliente pode acompanhar a entrega dos pedidos, acessar os principais relatórios de gestão, saber como está a avaliação do negócio no Google e acessar o suporte técnico via smartphone.
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*Disponível somente para plataforma Android neste momento
Para facilitar o atendimento em restaurantes e lanchonetes, o APP Comanda Bemacash se conecta ao Bemacash e possibilita que os garçons registrem os pedidos dos clientes na mesa diretamente de um celular!
Com ele é possível montar o pedido, enviar à cozinha para a preparação dos pratos e ter o controle completo das comandas.
Aproveite esta oferta para entregar ainda mais agilidade e facilidade ao dia a dia a sua empresa!
A popularização da internet e da tecnologia está proporcionando grandes transformações. A transação com dinheiro e cartão já está sendo substituída por maneiras mais simples e práticas que permitem ir às compras sem sequer usar uma carteira.
Pulseiras e adesivos que efetuam pagamentos já são realidade e inclusive são oferecidas por bancos e empresas de cartão de crédito. A onda dos meios de pagamentos que podem ser vestidos ganhou até um toque fashion, com a linha de relógios da swatch, uma das marcas mais conhecidas do mundo, que lançou relógios de crédito, com diversos modelos à venda.
Quem prefere utilizar o celular também tem bons motivos para deixar a carteira em casa. O Samsung Pay, modelo de pagamento via celular desenvolvido pela empresa sul-coreana já emplacou e é utilizado no Brasil e em outras partes do mundo.
Trocas e cashback
E os novos modelos de pagamento não incluem apenas dinheiro. Lembra que falávamos da época das trocas e barganhas no começo do texto? Elas voltaram com força total! Plataformas como a OLX permitem que os clientes não só façam negócio envolvendo dinheiro como também realizem trocas, de acordo com interesses específicos. Assim, quem tem uma cama que não usa poderá trocar por uma bicicleta ergométrica que foi encostada por uma outra pessoa do outro lado da cidade.
Plataformas que unem os interessados em trocas fazem sucesso e se tornaram grandes empresas multinacionais utilizadas diariamente por milhões de pessoas.
Outra modalidade de comércio que tem se popularizado com aplicativos de celular é o chamado cashback. O sistema consiste em efetuar pagamentos utilizando aplicativos de celular como o BeBlue e o Méliuz, que oferecem descontos e ofertas em diversos estabelecimentos, como lojas de roupas, supermercados e restaurantes. Além dos descontos, a medida em que você utiliza os aplicativos e compra nos estabelecimentos, pode receber bons descontos e até mesmo ter parte de seu dinheiro de volta em sua conta bancária.
Com tantas inovações, a chegada de outras moedas – ou melhor, criptomoedas – foi quase uma consequência. E elas surgiram aos montes, por isso, vamos falar da que está dando mais o que falar no mundo, o bitcoin.
Trata-se de uma moeda virtual, que tem cotação diária, e começa a aparecer no mercado comercial como opção segura de pagamento.
A primeira moeda digital surgiu em 2008, como plataforma de investimento descentralizada, o que significa que não pode ser controlada por bancos ou intervenção governamental, permitindo operações sem intermediários, mas verificadas por todos os usuários da Rede Bitcoin, que são gravadas formando um banco de dados distribuídos, chamado Blockchain.
O Blockchain dá total segurança às negociações com o Bitcoin. No entanto, as oscilações entre oferta e demanda, que são muito especuladas, fazem com que seu valor mude muitas vezes num mesmo dia.
A Suécia já começa a investir no fim do dinheiro como conhecemos. Prepara-se para só utilizar e, inclusive, criar sua própria criptomoeda. No Japão, uma grande indústria automobilística já paga seus funcionários em bitcoins.
Os exemplos não estão tão longe assim. Se olharmos para o Brasil, já existem empreendedores recebendo em bitcoins. Restaurantes, academias e tantos outros estabelecimentos comerciais adotando a criptomoeda como forma de pagamento.
Mesmo com todas as inovações e alternativas de pagamento, ainda é cedo para afirmar que o dinheiro da maneira como conhecemos está com os dias contados. O que podemos afirmar é que ele já está dividindo espaço com diversos outros meios de pagamento e que sua utilização física, em forma de papel e moeda está se tornando uma modalidade cada vez mais rara de pagar as contas.
E você, está preparado para entrar nessa revolução?
Agora você pode adquirir seu Bemacash com financiamento pelo Banco Santander em até 10x sem juros. É a oportunidade de sua empresa ter a gestão de vendas, estoque e caixa com equipamento de primeira linha e software da Totvs.
Aproveite!
Os clientes que tem a máquina de cartão da Bin agora têm mais uma vantagem, podem passar a bandeira Hiper em sua máquina de cartão incluindo para quem possui TEF.
Com isso agora na Bin você vai trabalhar com as principais bandeiras do mercado praticamente todas as bandeiras disponíveis no mercado já passam na Bin. Visa, Master, Elo, Hipercard, Alelo, Ticket, Cabal, Sorocred e Banescard.
Além das menores taxas os clientes da Patrizi Tecnologia podem agora optar por essa facilidade.
Com o avanço das tecnologias em geral, a praticidade de realizar operações do dia-a-dia, com uma boa experiência e simplicidade, está se tornando cada vez mais comum. E entre todas operações comuns que são realizadas todos os dias, umas das mais importantes e que estão se transformando cada dia mais, são os meios de pagamento, algo que para os pequenos negócios pode trazer grandes vantagens.
A história dos meios de pagamento é bastante antiga, iniciada há milhares de anos atrás com a moeda, aproximadamente em 450 anos A.C. Após anos o cheque surgiu, em 1681, seguindo do dinheiro em papel em 1775, inicialmente com uma cotação continental. Somente no século XX ambos cartões de crédito e débito foram criados, respectivamente em 1958 e 1978. A invenção dos cartões foi um grande passo para o início das transações via internet, e com a invenção dos celulares, uma nova era de pagamentos surge, trazendo total mobilidade, inovação e principalmente segurança nas transações.
Smartphones alteraram os comportamentos de compra da sociedade, onde cada vez mais e mais o número de produtos comprados via celular tem aumentado consideravelmente quando comparados aos comprados via desktop. Depois de uma árdua adaptação à revolução da internet e e-commerce, os lojistas agora devem considerar adaptar-se aos desafios do já chamado m-ecommerce, o comércio eletrônico via celular.
Entretanto, mesmo estabelecimentos que apenas trabalham com vendas físicas devem ficar atentos as mudanças nos métodos de pagamentos. Pagamento por aproximação do celular ou cartão, via carteira digital, via QR Code ou até via SMS já são uma realidade, e preparar toda a tecnologia existente na empresa é uma estratégia que já deve estar no planejamento. Para se ter ideia, já há estabelecimentos se preparando para aceitar até mesmo criptomoedas com o o Bitcoin!
A digitalização dos meios de pagamento conduz todos para uma sociedade em que a materialidade e a circulação física do dinheiro finalmente deixarão de existir. O que, diga-se de passagem, faz todo o sentido dentro do processo evolutivo apresentado. O que será que vem pela frente?
Em uma economia com alta carga de impostos, o planejamento tributário pode fazer toda a diferença entre um resultado positivo ou negativo no final do ano. Por isso, escolher bem o regime tributário da empresa pode ser determinante para o sucesso ou fracasso do empreendimento. Afinal, a escolha feita no começo de cada ano fiscal não pode ser alterada junto a Receita Federal pelos próximos 12 meses.
Por isso, vale a pena investir algum tempo para planejar o regime tributário menos oneroso para sua empresa. A legislação fiscal brasileira é bastante complexa e uma série de detalhes deve ser levada em conta na escolha.
Na verdade, o planejamento deve preceder a própria abertura da empresa, com a escolha de um dos modelos previstos em lei.
MEI: Microempreendedor Individual. Aplica-se a empresas com faturamento anual de até R$ 60 mil. Em 2018, esse limite subirá para R$ 81 mil. O empresário não deve ser sócio administrativo ou titular de outra empresa e só pode ter um funcionário registrado. O processo de abertura é gratuito e a responsabilidade do empreendedor é ilimitada. Ou seja, ele responde pela sua empresa com seu patrimônio como pessoa física.
Empresa Individual: é a menor unidade empresarial depois do MEI. É o caminho natural para quem iniciou como MEI e ampliou suas receitas, ou para quem começa um negócio com uma previsão maior de faturamento (R$ 360 mil para a categoria de microempresa e R$ 3,6 milhões para empresas de pequeno porte enquadradas no Simples Nacional. A partir de 2018, estes limites subirão respectivamente para R$ 900 mil e R$ 4,8 milhões). A responsabilidade também é ilimitada.
Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. Tem basicamente as mesmas características da anterior, mas a responsabilidade do empreendedor se limita ao capital social aplicado na empresa. O capital social mínimo equivale a 100 salários mínimos.
Sociedade Empresarial Limitada: pode desenvolver atividades comerciais, industriais ou de prestação de serviços. Possui dois ou mais sócios, cuja responsabilidade se limita a suas respectivas cotas de participação no capital da empresa.
Sociedade Simples Limitada: pode desenvolver atividades intelectuais e se limita a dois sócios. Pode contemplar a sociedade de dois advogados em um escritório, por exemplo. A responsabilidade também é limitada de acordo com a cota de capital de cada um.
Sociedade Anônima: modelo normalmente utilizado por corporações. Seu processo de abertura é mais complexo. Podem ser de capital aberto ou fechado, e a responsabilidade dos acionistas se limita ao preço das emissões das ações.
Uma vez dentro de uma das estruturas empresariais previstas na lei, o empresário pode escolher seu regime tributário entre três modelos: Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido. A escolha é irretratável. Ou seja, não pode ser modificada durante o exercício fiscal.
Se o empresário estiver registrado como MEI, terá um regime à parte. O imposto sobre as atividades do microempreendedor individual é calculado com base no salário mínimo e corresponde a um valor fixo, que independe do faturamento da empresa. Os impostos dão direito a cobertura previdenciária ao microempreendedor e sua família, o que inclui direito a aposentadoria por idade, auxílio doença e licença maternidade depois de um prazo de carência.
Simples, Lucro Real e Presumido
Já o Simples Nacional unifica os tributos federais, estaduais e municipais, e é um regime opcional. Geralmente é o mais vantajoso para quem não é MEI, mas o empresário deve sempre conferir as alíquotas, uma vez que elas variam de acordo com o tipo de atividade exercida pela empresa, faturamento dos últimos 12 meses e mesmo ao número de funcionários.
Em 2017, o faturamento máximo admitido era de R$ 3,6 milhões ao ano e as alíquotas variavam de 4% a 22,45%, dependendo do enquadramento da empresa.
O regime de Lucro Real, por sua vez, é apurado com base no lucro registrado contabilmente, com as devidas adições e exclusões previstas na legislação do Imposto de Renda. Portanto, quanto maior o seu lucro, maior será a base a ser tributada.
O regime de Lucro Real é composto por:
IRPJ: 15% mais 10% adicionais sobre lucro superior a R$ 20 mil mensais.
CSLL: 9% PIS: 0,65% se o regime for cumulativo, e 3% se o regime for não-cumulativo.
Cofins: 3% se o regime for cumulativo e 7,6% se o regime for não-cumulativo.
Outros: ISS de 2% a 5%, ICMS médio de 18%, IPI, Contribuição Patronal Previdenciária.
A outra alternativa é o regime de Lucro Presumido. As alíquotas são praticamente as mesmas do regime de Lucro Real, exceto pelo PIS e pelo COFINS, que são sempre cumulativos. A principal diferença, na verdade, está na base de cálculo. Nele, a Receita considera uma margem fixa de lucro para o seu negócio e você será obrigado a pagar o imposto sobre essa base, qualquer que seja o seu resultado final.
Para o setor de serviços, o Lucro Presumido é de 32% sobre a Receita Bruta. Nos setores de Indústria e Comércio, a base para o IRPJ é de 12% e para a CSLL é de 8%. Ou seja, se o seu lucro real for mais baixo do que a base estabelecida pela Receita Federal, você vai pagar mais tributos.
Por isso, não se esqueça de planejar antecipadamente a sua estratégia tributária. Sistemas de gestão fiscal podem ajudá-lo nessa tarefa e ainda manter sua empresa em dia com todas as obrigações. Isso é extremamente importante, uma vez que o Brasil possui a legislação tributária mais complexa do mundo.