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Promoção da Bin isenta aluguel de maquininhas para novos clientes na Black Friday

A Black Friday, uma ideia importada dos Estados Unidos, acabou sendo um sucesso também no Brasil, com adesão total do varejo, da indústria e, principalmente, da população – com base em mais de 25 milhões de usuários, o Méliuz, startup brasileira de cashback e cupons de descontos, apresentou estudo sobre intenção de compra para a Black Friday. Segundo a pesquisa, que tem 3% de margem de erro, 91,3% dos brasileiros pretendem comprar na Black Friday, número 20% maior em relação ao ano de 2021.

Neste ano a data será na mesma semana de estreia da Copa do Mundo 2022, que começa no dia 20 de novembro, e pesquisas já apontam que o megaevento pode impactar positivamente o varejo, em uma sinergia que poderá beneficiar a todos: pesquisa compilada pelo Google aponta que 66% dos brasileiros pretendem comprar algum produto ou serviço pensando na Copa e 56% vão concentrar seu planejamento em novembro.

Com tamanha adesão por parte de todos os agentes do mercado, a Black Friday é uma excelente oportunidade para os lojistas aquecerem suas vendas e para os consumidores encontrarem boas ofertas e até mesmo antecipar compras de Natal.

O período teve um grande impacto no faturamento das empresas brasileiras nos últimos dois anos, e em 2021 a NielsenIQ Ebit divulgou mostrando que no período houve a totalização de R$ 4,2 bilhões em vendas, um crescimento de 5% em relação a 2020.

Quando falamos do comportamento dos compradores online e de lojas físicas, 16% dos compradores de lojas físicas estão dispostos a gastar entre R$1.000 a R$2.999, contra 21,9% dos consumidores que preferem o e-commerce. A tendência se repete na faixa acima de R$3.000, na qual 8% dos que compram em lojas físicas estão dispostos a gastar contra 12,3% dos usuários que compram online. Além disso, 26% dos compradores do e-commerce vão às compras na Black Friday sem um orçamento definido. Por outro lado, nas lojas físicas essa parcela é de apenas 8%.

O anunciado aumento das intenções de compras para esse período pede que o varejo realize ações que possam ajudar a impulsionar as vendas, como por exemplo o uso do Whatsapp, mídias sociais e também ofereçam aos seus clientes todas as facilidades para pagamento, com diversificação dos meios de pagamento.

Pensando nisso, a empresa de maquininha de cartão Bin, marca própria de adquirência da Fiserv, isentará o aluguel de novembro e dezembro para novos clientes com antecipação automática e flex que se credenciarem entre 1 e 30 de novembro. Com isso, daremos todo o suporte ao seu comércio devido ao maior volume de compras esperado nesse período, oferecendo uma melhor experiência ao consumidor e agilidade no atendimento – e ainda apoio efetiva na gestão do negócio.

As maquininhas Bin aceitam as principais bandeiras, vouchers e tickets alimentação, pagamento NFC e contam com a opção de terminais com e sem fio. Além disso, quem é cliente Bin conta com o aplicativo Bin Gestão que é disponibilizado para ajudar a fazer uma gestão mais inteligente do seu negócio, com funcionalidades como acompanhamento de vendas, conciliação e antecipação de recebíveis, relatórios personalizados e até o suporte técnico na palma da mão.

Para solicitar a sua maquininha, entre em contato com a gente, nos telefones (67) 98484-5515, esse número também é nosso WhatsApp.

Dia das Crianças: prepare seu negócio para vender mais

O Dia das Crianças está chegando e apesar da inflação que não tem dado trégua, a expectativa do varejo é positiva. Sabemos que os brinquedos brilham os olhos da criançada que espera ansiosamente por esta data comemorativa, que deve ter um crescimento em vendas de 6% em 2022, segundo informações da Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos (Abrinq).

Apesar dos pequenos não terem poder de compra, eles têm bastante influência no adulto. Um levantamento feito pela Askids, empresa de dados e insights do segmento de crianças e jovens pertencente à KidsCorp, apontou que sete em cada dez crianças influenciam a compra de brinquedos dos pais.

Mas você já está preparado para aumentar suas vendas neste período?

A primeira dica é observar o perfil das crianças brasileiras. São consideradas crianças, faixa etária até 12 anos. E, segundo a pesquisa da Askids, a partir dos 9 anos, o gosto por dispositivos tecnológicos aumenta. Dessa forma, o ideal é entender a linguagem do seu consumidor e alimentar os canais de comunicação com os produtos mais interessantes para a data, pelo menos um mês antes.

Na loja, capriche na vitrine com os produtos mais desejados, o chamado Visual Merchandising. Preparar a loja e criar um visual colorido e personalizado, proporcionando uma experiência agradável, que permita a interação do público infantil com os seus produtos, é um belo convite de entrada.

Outro fator importante é criar estratégias de vendas, como promoções de itens que te gerem competitividade, novidades, sorteios e ações que ajudem a fidelização da marca. Por exemplo, você pode dispor de um lindo cenário ou um boneco gigante na loja onde a criança possa tirar foto e marcar a loja no Instagram ou oferecer oficinas onde as crianças possam conhecer, usar e consumir seus produtos. Ou seja, use a criatividade, assim como as crianças.

Preocupe-se também em disponibilizar de forma clara, informações relacionadas a política de troca de produtos, por exemplo, para evitar contratempo no pós-venda.

E, para que a jornada de compra termine com chave de ouro, diversifique os métodos de pagamentos na hora da compra. Com as infinitas opções no mercado, aposte no Pix, crédito, débito, pagamentos com carteiras digitais. Você pode ainda oferecer programas de fidelidade ou de recompensa (cashback) para incrementar as vendas.

Enfim, use e abuse da criatividade para ajudar os pequenos a ganharem o seu tão sonhado presente de Dia das Crianças e ofereça aos seus responsáveis uma experiência incrível de compra.

O pagamento parcial chegou nas maquininhas

No cotidiano do comércio, é muito comum a compra de um mesmo produto em mais de uma forma de pagamento. Isso acontece quando o cliente não tem saldo suficiente na conta, e opta por pagar o restante do valor com outra forma de pagamento.

O pagamento parcial é uma funcionalidade que, como o nome já diz, efetua o pagamento da transação de forma parcial durante uma compra, permitindo que o comprador complemente o restante da transação com uma outra forma de pagamento complementar, que pode ser em espécie, cartões de crédito e débito, transferências bancárias ou ainda via PIX.

Oferecer o pagamento parcial é uma das funcionalidades disponíveis nos terminais POS Bin.

 

Como é essa oferta no ponto de venda

Quando a compra do produto é realizada, o estabelecimento comercial informa ao consumidor, o valor parcialmente aprovado e pergunta se ele gostaria de aceitar pagar o valor pendente de outra forma.

Se o consumidor concordar, basta que ele efetue o pagamento da outra forma, como é previsto. Caso não concorde, toda a transação é desfeita, restabelecendo o saldo limite de crédito do consumidor em tempo real.

Para a segurança do lojista, o Banco Emissor poderá selecionar os portadores que poderão usufruir dessa funcionalidade. Por isso mesmo, dois portadores de um mesmo Banco Emissor em um determinado estabelecimento comercial, podem ter receptividades diferentes, caso busquem o pagamento parcial como forma de comprar algum produto.

 

Vantagens 

A implantação do pagamento parcial traz vários benefícios tanto para o cliente, como para o empreendedor. A funcionalidade traz uma melhor experiência do consumidor, com a aprovação parcial do pagamento ao invés da negativa, gera a redução das retentativas de pagamento nas maquininhas e filas nos caixas, além de propor a opção de cash out para pré-pagos.

Para o lojista, o resultado imediato é a possibilidade do aumento de vendas e receita no seu estabelecimento, uma vez que seus clientes ganham mais opções para efetuar as compras. Após a implantação do pagamento parcial, o estabelecimento terá viabilidade de vendas antes negadas, receita incremental para a indústria, e a otimização da base de recursos disponíveis.

Além disso, o pagamento parcial já conta com um diferencial para o uso internacional. O serviço já está disponível para transações nos EUA e Canadá, e gera redução de possíveis atritos ocasionados por negativas durante viagens.

Mas não se esqueça que para ter a funcionalidade Pagamento Parcial em seu terminal, é necessário atualizar a versão do software. Após sua atualização, cheque se a funcionalidade já está disponível no seu POS de forma simples: basta acessar a opção “Serviços” e ver se ela já foi liberada.

 

Como habilitar a funcionalidade na maquininha

Com o software atualizado na maquininha, é possível habilitar a funcionalidade do pagamento parcial, em poucos passos. No menu principal, é preciso escolher a opção “Serviços”. Em seguida, o usuário será direcionado a outra tela com os serviços disponibilizados naquele aparelho. Deve-se escolher “Pagamento Parcial”.

Em uma nova tela, o sistema pedirá a senha administrativa. Ao digitar a senha, será perguntado novamente se o usuário quer habilitar a funcionalidade. Digite “Sim” para confirmar. Na tela seguinte, o sistema deverá informar “Funcionalidade Habilitada”. A partir desse momento, o estabelecimento comercial já pode efetuar as vendas nesta modalidade.

A partir do momento que a funcionalidade de Pagamento Parcial é habilitada, um comprovante de confirmação é gerado. Boas vendas!

Pronampe 2023 saiba como solicitar o empréstimo e veja as taxas

Entenda as regras da nova fase do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e saiba como solicitar

O Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Pronampe) começou sua nova fase nesta segunda-feira (25/07/2022) e interessados em contratar empréstimos já podem procurar as instituições financeiras.

Entenda como funciona e onde solicitar o empréstimo

O que é o Pronampe 2022?

Criado em meados de 2020 para socorrer empresários durante a pandemia, o programa oferece empréstimos para pequenas empresas com juros mais baixos e prazo maior para começar a pagar.

Desde sua criação, o Pronampe passou por várias mudanças. Em junho do ano passado, o programa tornou-se permanente e, mais recentemente, incluiu microempreendedores individuais (MEI) e empresas de médio porte.

A última mudança foi feita em junho por uma portaria publicada pela Receita Federal. A norma determina a necessidade do compartilhamento de informações sobre o faturamento do pequeno negócio. Após esse procedimento, o empresário pode negociar o empréstimo com a instituição financeira de sua preferência.

Quem pode solicitar um empréstimo no Pronampe?

Podem pleitear o empréstimo microempresas com faturamento de até R$ 360 mil por ano, pequenas empresas com faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões e empresas de médio porte com faturamento de até R$ 300 milhões.

Quais regras precisam ser cumpridas por quem solicitar um empréstimo no Pronampe?

Pelas regras do programa, a empresa que solicitar um crédito pelo programa precisa manter o número de empregados por até 60 dias após a tomada do crédito.

A companhia pode pegar empréstimos de até 30% da receita bruta anual registrada em 2021.

No caso de negócios com menos de um ano de funcionamento, o limite do financiamento é de até metade do capital social ou de 30% da média do faturamento mensal.

Todas as instituições financeiras públicas e privadas autorizadas a funcionar pelo Banco Central podem operar a linha de crédito. Os empréstimos têm a garantia, pela União, de até 85% dos recursos.

Como solicitar um empréstimo pelo Pronampe?

O primeiro passo para contratar um empréstimo pelo programa é digital. Os empresários e empreendedores interessados devem compartilhar os dados da Receita Federal sobre o faturamento da empresa com a instituição financeira escolhida.

O compartilhamento é feito de forma digital, por meio do portal e-CAC, no site da Receita Federal. Basta clicar em “Autorizar o compartilhamento de dados”.

Depois disso, o empresário estará apto a negociar o empréstimo junto ao banco. Caso o banco não esteja listado na relação de possíveis destinatários, o dono de uma empresa deve entrar em contato com a agência bancária e verificar a previsão de adesão ao sistema.

Quais são as condições de pagamento e taxas para empréstimos no Pronampe 2022?

O saldo devedor poderá ser parcelado em até 48 parcelas, sendo o máximo de carência de 11 meses e mais 37 parcelas para pagamento.

A taxa de juros anual máxima será a mesma da taxa Selic, hoje em 13,25% ao ano, acrescida de 6%. O prazo para começar a pagar o empréstimo é de 11 meses.

Qual é o prazo de pagamento para empréstimos no Pronampe 2022?

De acordo com o Ministério da Economia, a data de contratação da operação de crédito segue até 31 de dezembro de 2024. Até lá, o governo estima que R$ 50 bilhões possam ser emprestados para os pequenos negócios.

Agora que você já sabe o passo a passo, pode dar andamento a essa oportunidade para sua empresa.

(Com informações da Agência Brasil e Agência Estado)

Fundo Garantidor de Crédito: o que é e como funciona?

O Fundo Garantidor de Créditos protege o patrimônio de clientes que investem em até R$250 mil caso o banco ou instituição financeira quebre. Entenda.

 

Da mesma forma que existe seguro para carros, casas, seguro de vida e até mesmo de celular, existe um seguro para investidores: o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Mas, afinal, o que é FGC e como ele funciona para quem tem o dinheiro depositado em contas ou aplicado em investimentos?

O que é Fundo Garantidor de Crédito?

O FGC funciona como uma forma de proteção aos clientes de instituições financeiras

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é uma entidade privada e sem fins lucrativos que protege os investidores que colocam seu dinheiro em instituições financeiras associadas a ele.

Além dos bancos e financeiras, também são associadas ao FGC:

  • Associações de poupança e empréstimo;
  • Bancos de desenvolvimento;
  • Companhias hipotecárias;
  • Sociedades de crédito, financiamento e investimento;
  • Sociedades de crédito imobiliário.

Como funciona o Fundo Garantidor de Crédito?

Apesar de proteger os clientes, é preciso estar atento aos limites cobertos pelo FGC

Essa proteção acontece em casos de “intervenção e liquidação extrajudicial” e quando o Banco Central reconhece o estado de “insolvência” da instituição.

Isso significa que, se um banco quebrar, os clientes que investem em produtos financeiros dele não perdem todo o seu dinheiro: o FGC garante a devolução de até R$250 mil dos valores investidos.

Em outras palavras, o que o FGC faz é proteger o patrimônio dos investidores do patrimônio das instituições.

Outra função do fundo é prevenir emergências no sistema bancário e financeiro garantindo que tudo funcione como deveria e mantendo a estabilidade do sistema.

Quem paga o Fundo Garantidor de Crédito?Os próprios bancos mantêm o fundo FGC para proteger investidores

Os bancos e as instituições associadas ao FGC depositam mensalmente no fundo o equivalente a 0,01% do total de depósitos feitos nos investimentos. Portanto, o patrimônio do FGC vem dos próprios bancos.

Segundo o último balanço patrimonial do FGC, divulgado no fim de 2018, o Fundo Garantidor de Créditos tem R$ 51,1 bilhões em ativos para proteger os investidores.

Para que serve o FGC?

O FGC serve para proteger tanto os clientes dos bancos quanto os próprios bancos. Afinal, além de assegurar a proteção do patrimônio depositado ou investido de clientes até R$ 250 mil, ele também empresta dinheiro às instituições financeiras para evitar quebra por falta de liquidez (velocidade em que um ativo é convertido em dinheiro novamente), prevenindo assim possíveis crises.

Porém, a principal função do fundo é proteger o capital e a rentabilidade do investidor contra possíveis problemas que possam acontecer nas instituições financeiras, caso elas não consigam honrar com os pagamentos aos quais os clientes têm direito.

O que o FGC cobre?

Nem todos os tipos de investimentos são cobertos pelo FGC, assim como nem todas as instituições financeiras têm cobertura do fundo

Não são todos os investimentos nem todas as instituições financeiras que contam com a cobertura do FGC. Para isso, é preciso:

  • Receber depósitos à vista, em contas de poupança, ou depósitos a prazo;
  • Realizar aceite em letras de câmbio;
  • Captar recursos mediante a emissão e a colocação de letras imobiliárias, letras hipotecárias, letras de crédito imobiliário e letras de crédito do agronegócio – ou seja, oferecer esses investimentos aos clientes;
  • Captar recursos por meio de operações compromissadas tendo como objeto títulos de emissão de empresa ligada – ou seja, permitir que os clientes invistam em títulos emitidos por essas empresas.

Os investimentos com cobertura do FGC são:

  • Depósitos à vista ou sacáveis, mediante aviso prévio – como as contas-corrente;
  • Depósitos de poupança;
  • Letras de câmbio (LC);
  • Letras hipotecárias (LH);
  • Letras de crédito Imobiliário (LCI);
  • CDBsRDBs.

Vale ressaltar que o investidor não paga nada para a ter a cobertura do FGC.

Qual o valor garantido pelo FGC?

O teto de cobertura do FGC é de R$ 1 milhão por CPF

Existe um limite de cobertura para os valores investidos de até R$ 250 mil por instituição financeira para cada CPF do titular do crédito – a pessoa em cujo nome o crédito está registrado.

No caso de contas conjuntas, o valor da garantia é limitado a R$ 250 mil ou ao saldo da conta – caso seja inferior a esse limite – dividido pelo número de titulares.

Por exemplo: se você dividir a conta com mais uma pessoa, cada um receberá R$ 125 mil de cobertura caso o saldo seja de R$ 250 mil ou mais. Já se o saldo for de R$ 50 mil, cada um recebe R$ 25 mil.

Mas atenção: recentemente, o FGC implementou uma nova regra sobre o limite da garantia oferecida.

Agora, cada investidor mantém a proteção de até R$ 250 mil por conta em banco, mas tem um teto de cobertura de R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ globais durante 4 anos.

Em outras palavras, cada ressarcimento que o investidor recebe do FGC dá início a um período de 4 anos de “carência”, em que o valor é descontado do teto de R$ 1 milhão. Depois desse período, o limite volta a ser de R$ 1 milhão.

Fundos de investimento têm cobertura do FGC?Fundos de investimentos e planos de previdência não têm cobertura do FGC

Fundos de investimentos não são cobertos pelo FGC. Isso porque os fundos de investimentos não são, por regulamentação, uma instituição financeira – normalmente, eles são administrados por uma.

Por isso, o patrimônio dos fundos não se confunde com o patrimônio dos bancos, mesmo que o cliente invista por meio destes.

Planos de previdência, sejam eles VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) ou PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) também não entram na cobertura.

Como é paga a garantia do FGC?

O valor é contabilizado a partir da taxa de emissão do ativo financeiro (CDB, LCI, LCA, LC) até o dia do comunicado do Banco Central que informa a liquidação do banco.

O liquidante (pessoa nomeada pelo banco para ser responsável pelas responsabilidades pós-falência), depois de fazer o cálculo do valor correspondente a cada cliente, envia uma lista dos clientes que têm valores a receber pelo FGC.

Não existe um prazo máximo para que o pagamento seja feito, pois isso depende do trabalho que o liquidante terá para reunir as informações necessárias. Porém, o prazo médio de pagamentos de casos anteriores de liquidação foi de 3 meses.

O investidor precisa comprovar o investimento para receber do FGC?

A princípio não. Quando o FGC publica o edital referente a liquidação de um banco há o local indicado para o recebimento dos valores devidos. Porém, pode haver algum erro e, caso o seu nome não esteja na lista de credores, pode ser necessário entrar em contato com os responsáveis pela liquidação para comprovar seus investimentos.

FGC online: o que é?

Desde novembro de 2020 o FGC lançou um aplicativo que facilita o acesso a resgates de investimentos que permite que o processo seja feito 100% online.

Antes do lançamento do app, para solicitar o resgate era necessário que o cliente fosse até uma agência bancária indicada pelos gestores do fundo, além de assinar um termo físico informando o recebimento dos valores. Agora, com o FGC online, o processo é todo digital, inclusive a assinatura.

A ferramenta ainda é exclusiva para pessoas físicas com depósitos ou investimentos em instituições liquidadas ou sob investigação do Banco Central.

 

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Quais são os tipos de empresa e como escolher o ideal para o seu negócio?

Você decidiu começar a vender, mas ainda não tem um CNPJ? Para quem está começando a empreender, entender em qual classificação o seu negócio se encaixa pode ser um processo desafiador.

Por isso, estamos aqui para te ajudar. Conheça a seguir os diferentes tipos societários e portes de empresas e como escolher as modalidades ideais para o seu negócio!

É fundamental compreender os diferentes tipos de empresa, para selecionar o mais adequado para o seu empreendimento e garantir que ele fique em conformidade com a legislação.

 

Quais são os tipos de empresa?

Existem diversos tipos societários de empresas, também conhecidos como naturezas jurídicas. Confira as particularidades de cada um, para entender em qual o seu negócio se enquadra melhor!

Microempreendedor Individual (MEI)

O Microempreendedor Individual (MEI) é uma modalidade de empresa que foi criada para incentivar pequenos empreendedores a formalizarem seus negócios, garantindo uma série de direitos e benefícios.

Para se encaixar nessa configuração, é preciso ter um faturamento de até R$ 81 mil no ano, não ser sócio, titular ou administrador de outra empresa, empregar no máximo um funcionário e exercer uma das atividades econômicas permitidas.

Trata-se de um tipo de empresa recomendada para quem está começando seu negócio por conta própria, sendo que o processo de registro pode ser realizado online, de forma rápida e gratuita, no Portal do Governo Federal.

NOVIDADE – Agora está em discussão no Congresso a criação do Super MEI onde deverá mudar a faixa de faturamento máxima além de outras regras.

 

Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)

A Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) é uma modalidade de negócio que conta com um único empreendedor responsável pela empresa, sem a presença de sócios.

A diferença é que, nesse caso, há a separação entre o patrimônio do dono do negócio e o da companhia. Além disso, para se enquadrar nessa classificação, o capital social da empresa deve ser de pelo menos 100 salários mínimos vigentes investidos no negócio.

 

Sociedade Limitada Unipessoal (SLU)

A Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) foi criada para desburocratizar a criação de empresas. Ela é voltada para negócios com um único proprietário, sem a atuação de sócios, garantindo a separação entre os bens pessoais e os da empresa.

O diferencial dessa natureza jurídica é que, diferentemente da EIRELI, a SLU não exige um valor mínimo de capital social, sendo possível se enquadrar na categoria sem fazer grandes investimentos.

 

Sociedade Limitada (Ltda.)

A Sociedade Limitada (Ltda.) é destinada para empresas com dois ou mais sócios, sendo que a sua responsabilidade financeira é limitada ao capital social do negócio.

Dessa forma, as finanças pessoais dos sócios são separadas das do empreendimento, não sendo tomadas em caso de dívidas empresariais.

Os detalhes das funções e responsabilidades administrativas de cada sócio devem ser definidos no Contrato Social, ou seja, o documento que oficializa a criação da sociedade. Por meio da alteração desse documento, também é possível incluir ou retirar sócios da empresa.

 

Sociedade Simples (SS)

A Sociedade Simples (SS) é um tipo de empresa para dois ou mais sócios, destinada à prestação de serviços de profissões intelectuais, como médicos, arquitetos, advogados e engenheiros.

Dentro desta modalidade, existem outras duas subcategorias: a Sociedade Simples Pura, que não faz a separação do patrimônio pessoal dos sócios com o empresarial, e a Sociedade Simples Limitada, que garante a separação dessas finanças.

 

Sociedade Anônima (S/A)

No modelo de Sociedade Anônima (S/A), o empreendimento tem seu capital social dividido em ações. Cada sócio, chamado de acionista, tem uma determinada quantidade de ações, que define a sua participação e as suas responsabilidades no negócio.

Uma empresa S/A pode ser de capital aberto, quando as ações podem ser vendidas para o público geral em bolsas de valores, ou de capital fechado, quando as ações são disponibilizadas somente para sócios e pessoas convidadas.

 

Quais são os portes de empresa?

Além dos variados tipos societários, as empresas também podem ter diferentes portes, que devem ser escolhidos de acordo com o faturamento e o número de funcionários do seu negócio. Veja!

 

Microempreendedor Individual (MEI)

Como vimos, o MEI é voltado para quem fatura até R$ 81 mil por ano, não é sócio de outros empreendimentos, tem no máximo um funcionário e exerce uma das atividades econômicas autorizadas.

 

Microempresa (ME)

A Microempresa (ME) é indicada para negócios com faturamento anual de até R$ 360 mil, no máximo 9 empregados para empresas de comércio ou serviços e 19, para indústrias.

O processo de formalização de uma ME é mais complexo que o de MEI, sendo necessário registrar um Contrato Social na Junta Comercial.

 

Empresa de Pequeno Porte (EPP)

A Empresa de Pequeno Porte (EPP) é destinada a empreendimentos um pouco mais robustos, com receita entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões anuais, além de 10 a 49 funcionários para empresas de comércio ou serviços e de 20 a 99, em indústrias.

Assim como no caso da ME, a formalização de uma EPP também deve ser feita na Junta Comercial.

 

Empresas de Médio e Grande Porte

Para empresas de maior porte, cada órgão público utiliza diferentes critérios de classificação.

Para o BNDES, por exemplo, médias empresas são aquelas com faturamento anual entre R$ 4,8 milhões e R$ 300 milhões. Já os negócios com receita superior a R$ 300 milhões anuais são considerados grandes empresas.

 

Como escolher o tipo de empresa para o seu negócio?

Para selecionar as modalidades de empresa mais adequadas para o perfil do seu negócio, considere os principais critérios de cada uma, como a presença de sócio, o faturamento, a atividade exercida e o número de funcionários.

Vale ressaltar que, com o crescimento do seu empreendimento, é possível mudar o tipo de empresa após o registro do Contrato Social. Essa atualização, inclusive, é muito importante para manter o seu negócio em dia com a legislação.

Por fim, além do tipo de empresa, ainda é necessário selecionar o regime de tributação que melhor se aplica ao seu negócio. Portanto, confira também como escolher o regime tributário certo para o seu negócio.

 

 

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Vem aí o Open Delivery

Os brasileiros estão se acostumando a ouvir termos como open baking e open finance. Agora é a vez do open delivery. Hoje, os restaurantes escolhem os marketplaces – como iFood e Rappi – em que querem vender e precisam fazer os cadastros em cada um deles.

Com o open delivery, os restaurantes poderão padronizar os cardápios e pedidos em vários marketplaces diferentes que adotarem a tecnologia. Assim, quando o cardápio for publicado, todas as empresas que estiverem dentro do open delivery vão começar a vender para aquele restaurante.

O open delivery, criado pela Abrasel(Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), está em fase de testes e a expectativa é de que os players do mercado adotem o sistema de forma maciça até o final do ano.

O que é o open delivery? É uma linguagem que padroniza os sistemas de delivery, disponível gratuitamente na internet. Para um restaurante poder aderir ao open delivery, é preciso que a empresa de software do seu restaurante, dos aplicativos ou das adquirentes implementem a tecnologia.

“Os restaurantes que tiverem acesso à padronização vão distribuir o cardápio pelo sistema e receber todos os pedidos em um lugar só, de forma padronizada. Não é um aplicativo, uma plataforma, um sistema e, portanto, não faz o contato do restaurante com o cliente. O open delivery, por ser uma tecnologia, é invisível, mas ao padronizar protocolos, permite mais segurança e conforto aos envolvidos”, afirma Celio Salles, conselheiro de administração nacional da Abrasel.

Algumas empresas que já estão participando da fase de testes são Stone, Rede, Cielo e Getnet. “Qualquer software que decidir aderir ao open delivery pode oferecer os serviços. Também podem participar adquirentes do sistema financeiro. Até o Google poderá oferecer o open delivery, se quiser”, afirma Salles.

Como funciona? O restaurante vai ter o trabalho inicial de montar um cardápio que atenda a todas as especificações para que seja distribuído de forma padronizada em todos os marketplaces do open delivery.

“Hoje, os restaurantes passam por várias etapas para publicar e alterar o cardápio em cada um dos aplicativos em que fazem suas vendas. Com o padrão open delivery, a publicação do cardápio se dará automaticamente nos marketplaces, assim como alterações que façam ao longo do tempo”, afirma Salles.

Na prática, nada muda para o consumidor na hora de fazer um pedido. “É uma padronização da linguagem de comunicação. Na prática, não muda nada para o consumidor na hora de fazer seu pedido, mas vai abrir um monte de portas e deixar o mercado mais democrático”, afirma Bianchini.

Todo mundo vai aderir?

Provavelmente não, principalmente porque o sistema não é obrigatório. Para Bianchini, os principais players do mercado de delivery (iFood, Rappi e Uber Eats) não têm motivos para se interessar pela tecnologia, já que consolidaram suas marcas e têm um público cativo.

“Os grandes, principalmente Uber e iFood, não devem ter interesse na solução. O iFood, por exemplo, lançou recentemente uma API nova e vai investir tempo e recurso nela. No final do dia, vamos ficar com três ou quatro grandes players de tecnologia, os principais que já existem mais o open delivery”, afirma Marcelo Bianchini, diretor de produtos e negócios da E-Deploy.

“É uma quebra de barreiras tecnológicas, mas não creio que vai ser todo o mercado que vai migrar 100% para isso”, afirma Bianchini.

O que os apps dizem?

O Rappi afirmou que “vê com bons olhos ações que fomentem uma maior competitividade no setor, e tem acompanhado e contribuído com a iniciativa de open delivery da Abrasel”.

Já o iFood diz que acompanhou desde o início o projeto de open delivery da Abrasel como forma de fortalecer sua parceria com o setor. “Recentemente, aceitamos o convite da Abrasel e ingressamos no conselho de governança do open delivery, órgão de gestão do projeto, que envolve diversas empresas de tecnologia, delivery, bancos entre outros. Até o momento, não há nenhuma decisão por parte do iFood sobre aderir à plataforma aberta”, afirmou o iFood em nota.

Procurado pela reportagem para saber se vai aderir ao open delivery, o Uber Eats não quis se pronunciar.

Quais as vantagens ao mercado?

Para Salles, a iniciativa vai reduzir o número de erros nos pedidos e fazer com que cheguem de forma organizada em uma mesma tela. Assim, os restaurantes devem conseguir estar em mais marketplaces ao mesmo tempo, aumentando a competitividade do mercado.

“Se o restaurante tem mais de um marketplace parceiro, cada um tem seu sistema separado. Os pedidos chegam em locais diferentes e, por isso, a maioria dos restaurantes conseguem estar em, no máximo, três ou quatro plataformas”, afirma Salles.

Do jeito que é hoje, os restaurantes acabam ficando reféns dos aplicativos líderes de mercado, sem muitas opções de expansão. “Como hoje o mercado está muito concentrado, o fato de os restaurantes terem que escolher poucos parceiros faz com que continue assim. Quem coloca os cardápios em vários parceiros ao mesmo tempo tende a se desorganizar”, afirma Salles.

As taxas dos marketplaces aos restaurantes tendem a melhorar com o open delivery. “Para o restaurante você aumenta a demanda e a concorrência certamente vai melhorar as taxas e o serviço no geral”, afirma Bianchini.

“Considerando toda a situação e a importância que o delivery passou a ter no mercado de alimentação durante a pandemia, quebrar barreiras tecnológicas e deixar a discussão só no ambiente de negócios ajuda muito. Tendo um sistema aderente à nova tecnologia, abre uma infinidade de vendedores aos bares e restaurantes. Aumenta a concorrência e diminui o custo de operação. É uma das ferramentas que pode ajudar na retomada e na volta ao normal”, diz Bianchini.

Para Simone Galante, fundadora e CEO da Galunion Consultoria, o protocolo vai facilitar a vida de todos os envolvidos. “Acreditamos que o open delivery é uma iniciativa promissora para padronizar os protocolos de integração entre as diferentes possibilidades que hoje um restaurante tem para atender seu cliente em muitos canais de vendas distintos, tais como marketplaces, apps, sites, mídias sociais, entre outros”, afirma Galante.

O que o consumidor ganha com o open delivery? Aumento de opções e, provavelmente, taxas mais atrativas. “O cliente terá mais opções de aplicativos para comprar a sua comida ou o seu restaurante preferido. Além disso, as taxas que os aplicativos cobram variam muito, mas obviamente que se o líder de mercado cobra mais alto, o cara que está chegando agora cobra mais barato. O cliente será beneficiado por mais opção de escolha em aplicativos, e eventualmente pode envolver agilidade”, afirma Salles.

“A grande importância é tentar padronizar o mercado que está se tornando cada vez mais competitivo. O open delivery é completamente transparente para o consumidor final. Com ele, vão surgir cada vez mais ofertas e mais marketplaces”, afirma Bianchini.

Para que mais empresas entrem no open delivery, a partir do dia 13 de setembro a Abrasel vai lançar uma campanha para que os bares e restaurantes conheçam o sistema e peçam para que as empresas de softwares, adquirentes e aplicativos façam parte do sistema.

“A nossa expectativa é que esteja amplamente adotado até o final do ano. O prazo vai depender de cada empresa, já que cada uma tem sua lista de prioridades. Cada empresa tem que desenvolver a solução dentro do seu tempo e da sua capacidade”, afirma Salles.

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